TRÍPLICE VIRAL

A vacina tríplice viral protege contra três doenças infectocontagiosas: sarampo, caxumba e rubéola. Essas doenças podem causar complicações graves e até levar à morte, principalmente em crianças e pessoas com a saúde mais vulnerável. A vacinação é a forma mais eficaz de prevenção e está disponível gratuitamente nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). A vacina é composta por vírus vivos atenuados — ou seja, enfraquecidos — que não causam a doença, mas estimulam o organismo a produzir defesas contra as três enfermidades. O Programa Nacional de Imunizações-PNI, do Ministério da Saúde, oferta a vacina tríplice viral na rotina do Calendário Nacional de Vacinação. Público-alvo: Quem não deve tomar a vacina: A vacina tríplice viral está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo o país. Para se vacinar, leve a caderneta de vacinação e um documento de identificação. Reações adversas De modo geral, a vacina tríplice viral é segura e bem tolerada. As reações adversas mais comuns são leves e temporárias, como dor, vermelhidão e inchaço no local da aplicação, febre baixa e manchas vermelhas na pele. Entre 5 e 12 dias após a vacinação, algumas pessoas podem apresentar febre mais alta ou aumento dos gânglios linfáticos, sendo raros os casos de convulsões febris em crianças predispostas. A maioria dessas reações é autolimitada, sem complicações ou sequelas. Reações graves são extremamente raras. Observações importantes Mulheres em idade fértil devem evitar engravidar por pelo menos um mês após a vacinação. Em situações de surto de sarampo, crianças de 6 a 11 meses de idade podem receber uma dose antecipada da vacina, conhecida como ‘dose zero’ (D0). Essa aplicação não substitui as duas doses previstas no calendário vacinal, que devem ser administradas aos 12 e 15 meses. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/t/triplice-viral